Testemunhas afirmam que Alex Pretti não estava armado durante abordagem policial

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

Duas testemunhas relataram que Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, não brandiu uma arma ao se aproximar de agentes federais em Minneapolis no último sábado. Esse testemunho contradiz declarações feitas por autoridades da administração Trump, que tentaram justificar o tiroteio como um ato de defesa pessoal. Os relatos foram apresentados em declarações juramentadas em tribunal federal, poucas horas após a morte de Pretti.

Os depoimentos foram arquivados como parte de uma ação judicial iniciada pela ACLU, representando manifestantes da cidade que se opõem à repressão da imigração. A situação gerou controvérsia, especialmente considerando o contexto de tensões entre a polícia e a comunidade local. As testemunhas descreveram Pretti como alguém que tentava ajudar uma mulher que havia sido derrubada no chão pelos agentes.

As implicações desse caso podem ser significativas, pois levantam questões sobre o uso da força por autoridades federais e a narrativa que envolve a segurança pública. A pressão sobre as autoridades pode aumentar à medida que mais informações surgem, especialmente em um clima de crescente escrutínio sobre a atuação policial. O desdobramento deste caso poderá influenciar futuros protestos e debates sobre imigração e direitos civis nos Estados Unidos.

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