Testemunhas afirmam que Alex Pretti não brandiu arma antes de ser morto

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Duas testemunhas relataram em depoimentos que Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, não estava brandindo uma arma quando se aproximou de agentes federais em Minneapolis no último sábado. Esses relatos contradizem as afirmações de oficiais da administração Trump, que tentaram justificar o tiroteio de Pretti, que estava no chão, como um ato de defesa própria. As declarações foram registradas em affidavits que foram apresentados em um tribunal federal em Minnesota, poucas horas após o incidente.

As testemunhas afirmaram que Pretti estava tentando ajudar uma mulher que havia sido empurrada ao chão pelos agentes. O caso gerou controvérsia e levou a ACLU a entrar com um processo em nome dos manifestantes de Minneapolis, desafiando as ações das autoridades locais e federais. A situação se intensificou em meio a um contexto de repressão à imigração na cidade, sob a direção de autoridades de segurança interna como Kristi Noem.

Os desdobramentos deste caso podem impactar as políticas locais de segurança e a percepção pública sobre a atuação das forças federais em situações de protesto. A ACLU busca não apenas justiça para Pretti, mas também questionar as práticas de uso da força pelos agentes federais. O tribunal deverá considerar as evidências apresentadas e seus efeitos sobre a confiança pública nas instituições de segurança.

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