Terapia com luz vermelha: benefícios e limitações na estética

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

Afshin Mosahebi, professor de cirurgia plástica da University College London, analisa os benefícios da terapia com luz vermelha, uma técnica que utiliza LEDs na pele. Embora essa terapia tenha se tornado acessível em forma de máscaras para uso doméstico, seu uso para prevenção de rugas não é respaldado por evidências científicas claras. Mosahebi enfatiza que a técnica é eficaz para cicatrização de feridas e condições inflamatórias, como acne e psoríase, promovendo a circulação e a regeneração celular.

O tratamento com luz vermelha, que antes era restrito a clínicas especializadas, agora é amplamente oferecido em formatos que podem ser utilizados em casa. Apesar de seu custo reduzido e disponibilidade, é importante que os consumidores estejam cientes de que a eficácia na redução de sinais de envelhecimento ainda não foi comprovada. Especialistas recomendam cautela e sugerem que procedimentos estéticos complexos sejam realizados por profissionais experientes.

Com a crescente popularidade de dispositivos de beleza em casa, é crucial que os usuários busquem informações precisas sobre suas limitações. A terapia com luz vermelha pode ser uma adição valiosa a tratamentos para condições específicas da pele, mas não deve substituir cuidados estéticos realizados por profissionais. A conscientização sobre o uso desses dispositivos é fundamental para evitar expectativas irreais sobre seus resultados.

Compartilhe esta notícia