As recentes declarações do presidente americano sobre a Groenlândia provocaram uma onda de preocupações na Otan, destacando a fragilidade da aliança. Apesar de um ataque real à ilha autônoma da Dinamarca não ter se concretizado, especialistas e políticos afirmam que é essencial que os países da Otan se posicionem de forma mais firme contra as ameaças de Trump, que inclui a ideia de tomar a Groenlândia a qualquer custo.
A primeira-ministra dinamarquesa, ao tentar conter as ambições dos EUA, enfatizou que um ataque militar a qualquer nação da Otan poderia resultar no colapso da aliança. Esta situação levanta questões sobre a credibilidade da Otan e sua capacidade de lidar com uma ameaça interna, especialmente quando se considera que não há um protocolo estabelecido para tal cenário. Observadores sugerem que medidas enérgicas, como o envio de tropas à Groenlândia, poderiam ser uma resposta viável para reafirmar a segurança na região.
Com a crescente pressão, é evidente que a Europa precisa agir de forma clara e decisiva. Alguns membros do Parlamento Europeu defendem que a pressão econômica pode ser uma alternativa eficaz para dissuadir os EUA, enquanto outros acreditam que o apoio militar é imprescindível. A situação ressalta a necessidade de um diálogo assertivo entre a Dinamarca e os EUA, com a Europa se unindo para garantir que a soberania da Groenlândia não seja comprometida.

