A primeira sessão plenária do Tribunal de Contas da União (TCU) em 2026 não abordará o caso do Banco Master, segundo a pauta preliminar divulgada nesta sexta-feira, 16. A Corte está atualmente avaliando a legalidade do processo de liquidação do banco, ocorrido em novembro do ano passado. A decisão do Banco Central de desistir dos embargos de declaração contra o relator do processo, ministro Jhonatan de Jesus, permite que o plenário não precise deliberar sobre o assunto neste momento.
A diligência relacionada à inspeção dos documentos da liquidação do Banco Master foi acordada em uma reunião entre diretores do Banco Central e membros do TCU, incluindo o presidente Vital do Rêgo. Essa análise técnica não requer a aprovação do plenário, o que pode ser um ponto de alívio para as partes envolvidas. Além disso, a pauta da sessão de quarta-feira ainda pode sofrer alterações, com a inclusão ou exclusão de processos, conforme a necessidade.
Entre os temas que ainda serão discutidos estão representações sobre possíveis irregularidades em contratos de compra e venda de energia elétrica e operações financeiras realizadas por fundos de investimento. O TCU também se debruçará sobre auditorias requeridas pelo Congresso Nacional e questões relacionadas a concessões de rodovias. A continuidade do processo de liquidação do Banco Master e seus desdobramentos permanecem em aberto, dependendo das futuras decisões do Tribunal.

