Taxas de DIs curtas mantêm estabilidade e longas sobem levemente no Brasil

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, as taxas de DIs curtas no Brasil encerraram o dia praticamente estáveis, com a taxa para janeiro de 2028 em 12,985% e a de janeiro de 2035 em 13,57%. A ausência de gatilhos fortes, devido ao recesso do Congresso, resultou em pouca oscilação nos preços. Os investidores, por sua vez, estavam atentos a dados econômicos divulgados nos Estados Unidos, que podem impactar a política monetária local.

Os números da economia norte-americana mostraram uma criação de 41.000 postos de trabalho em dezembro, abaixo das expectativas do mercado. Além disso, o Índice de Gerentes de Compras do setor de serviços subiu, indicando uma possível resiliência econômica. Esses dados contribuem para a expectativa em torno do relatório de emprego que será divulgado na próxima sexta-feira, com potencial para influenciar as decisões do Federal Reserve.

No cenário interno, a liquidação do Banco Master pelo Banco Central também ganhou destaque, com o presidente do Tribunal de Contas da União reforçando que a reversão do processo caberia ao Supremo Tribunal Federal. Enquanto isso, o ministro do Trabalho e Emprego destacou que medidas como o reajuste do salário mínimo devem injetar R$110 bilhões na economia brasileira em 2026. Esses fatores indicam que, apesar da estabilidade atual, o mercado brasileiro pode enfrentar volatilidades futuras.

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