Em 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um aumento significativo nas tarifas sobre importações, buscando proteger a indústria nacional. Apesar do aumento nos preços dos produtos, os impactos econômicos não corresponderam às previsões alarmantes feitas por especialistas, conforme um estudo da Universidade de Harvard e da Universidade de Chicago.
O relatório revelou que a tarifa efetiva que as empresas pagaram foi consideravelmente inferior às taxas anunciadas, devido a isenções e práticas de evasão fiscal. Assim, enquanto as tarifas nominais eram altas, muitas mercadorias, especialmente de países como Canadá e México, conseguiram evitar os custos completos, resultando em uma carga tarifária muito menor do que a esperada para os importadores americanos.
Com a continuidade dessas tarifas, as empresas americanas enfrentam a pressão de repassar os custos aos consumidores, já que a maioria dos encargos tarifários recai sobre elas. A diminuição da participação da China nas importações americanas reflete a reconfiguração do comércio global, e analistas preveem que os desdobramentos das tarifas continuarão a ser monitorados ao longo do próximo ano, com efeitos duradouros na economia.

