O sul da Flórida se tornou um centro de influência na política externa dos Estados Unidos, especialmente no segundo mandato do presidente Donald Trump. A ordem para a operação que levou à captura de Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, foi dada por Trump em seu resort em Palm Beach, no dia 3 de janeiro. Este evento marca um ponto crucial na relação entre a administração americana e a Venezuela, refletindo o papel ativo da comunidade de imigrantes na região.
Além da operação em Caracas, o sul da Flórida foi palco de outras negociações importantes, como as tratativas de cessar-fogo entre Israel e o Hamas mediadas por membros da administração Trump. A expectativa é que a influência da comunidade cubano-americana na Flórida continue a impactar a política externa dos EUA, especialmente em relação a Cuba e à Venezuela. A proximidade de Trump com políticos locais, como o secretário de Estado Marco Rubio, reforça essa dinâmica.
Com a queda de Maduro, surgem novas discussões sobre a postura americana em relação ao regime cubano, que pode ser ainda mais rigorosa. A importância do sul da Flórida na administração Trump exemplifica como a política externa dos EUA é moldada por interesses locais e a pressão de grupos de imigrantes. O futuro da região, especialmente em relação à Venezuela, permanece em análise diante das recentes mudanças políticas.

