Quase um mês após um incêndio devastador que deixou duas vítimas fatais, o Shopping Tijuca ainda luta para retomar sua rotina normal. O incidente, que ocorreu no subsolo do empreendimento em 2 de janeiro, resultou em um forte odor de fumaça que persiste, obrigando funcionários a usarem máscaras e afastando muitos clientes das lojas. Embora a administração do shopping afirme que 89% das operações estão funcionando, o cenário é de grande preocupação para lojistas e frequentadores.
As lojas localizadas acima do local do incêndio são as mais afetadas, com 14 estabelecimentos interditados pela Defesa Civil. Funcionários relatam que, apesar de algumas lojas terem reaberto, os efeitos do incêndio ainda são sentidos, com muitos reclamando do cheiro e do desconforto causado. A administração do shopping tenta minimizar o problema, mas as queixas sobre o ambiente permanecem, refletindo uma queda significativa no fluxo de clientes e nas vendas.
As autoridades, incluindo a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, continuam a monitorar a situação, exigindo reparos e a eliminação de riscos antes da liberação total do espaço. Enquanto as causas do incêndio ainda estão sob investigação, a próxima atualização oficial está prevista para 4 de fevereiro. A recuperação do shopping e a volta à normalidade dependem não apenas de reparos estruturais, mas também da confiança dos consumidores em retornar ao local.

