Na última quarta-feira (28), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, gerando reações adversas entre representantes da indústria e da construção civil. As críticas apontam que essa decisão pode impactar negativamente o crescimento econômico, o acesso ao crédito e a geração de empregos, aumentando a preocupação com a saúde econômica do país.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) manifestaram suas preocupações, ressaltando que os juros elevados inviabilizam projetos e ameaçam a recuperação econômica. Por outro lado, a Associação Comercial de São Paulo destacou que a decisão reflete cautela diante de incertezas fiscais e externas ainda presentes no cenário econômico. O debate sobre a necessidade de flexibilização monetária se intensifica, especialmente com a inflação caminhando para o centro da meta.
As centrais sindicais, por sua vez, reagiram de forma contundente, classificando a manutenção da Selic como uma

