A partir de 12 de janeiro de 2026, o teto do seguro-desemprego no Brasil foi elevado para R$ 2.518,65, um aumento que reflete a alta de 3,9% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Essa mudança beneficia trabalhadores demitidos sem justa causa, que agora contam com um valor máximo maior em suas parcelas de seguro-desemprego. O piso também foi ajustado, subindo de R$ 1.518 para R$ 1.621, acompanhando a variação do salário mínimo.
O reajuste busca proporcionar um suporte financeiro mais robusto em um momento em que a taxa de desemprego no Brasil atinge 5,2%, a menor desde 2012. O seguro-desemprego é calculado com base nas três últimas remunerações do trabalhador e, com essa correção, as faixas salariais foram definidas para garantir que os beneficiários recebam valores que refletem suas contribuições anteriores. Além disso, o benefício pode ser solicitado de forma prática pelo Portal Emprega Brasil, facilitando o acesso à ajuda financeira.
As novas regras do seguro-desemprego têm implicações significativas para o mercado de trabalho, especialmente em tempos de incerteza econômica. A medida não só fortalece a segurança financeira dos trabalhadores, mas também pode influenciar a dinâmica do emprego formal no país. O governo, através do Ministério do Trabalho e Emprego, continua a monitorar o impacto dessas mudanças e o cumprimento dos requisitos para que os trabalhadores possam acessar o benefício.

