A saúde do cérebro emergiu como um ativo estratégico, discutido no Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2026. O conceito de ‘brain capital’ reflete a soma entre saúde cerebral e habilidades cognitivas, as quais são tão cruciais quanto infraestrutura e tecnologia. Segundo um relatório da Universidade Rice, intervenções em saúde cerebral podem gerar trilhões de dólares em ganhos econômicos até 2050.
Com a crescente influência da inteligência artificial, o cuidado neurológico passou por importantes transformações, permitindo diagnósticos mais precoces e precisos. O desenvolvimento de núcleos especializados em saúde cerebral, que integram diversas áreas do cuidado, representa uma mudança significativa na abordagem tradicional. Essa nova realidade destaca a necessidade de um acompanhamento contínuo, em vez de atendimentos isolados.
As tendências apontam para um futuro em que a saúde cerebral será uma prioridade estratégica, influenciando debates econômicos e sociais. A personalização do cuidado e a precisão terapêutica devem se aprofundar, com o diagnóstico se tornando o início de um acompanhamento abrangente. Investir na saúde cerebral é essencial para moldar uma sociedade mais autônoma e com melhor qualidade de vida nas próximas décadas.

