Sarah Mullally é a primeira mulher arcebispa de Canterbury e promete combater a misoginia

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

As implicações de sua nomeação vão além das fronteiras britânicas, refletindo tensões e debates sobre igualdade de gênero nas instituições religiosas ao redor do mundo. A arcebispa Mullally agora tem a oportunidade de moldar a discussão sobre misoginia e inclusão na igreja, ao mesmo tempo em que lida com críticas e expectativas. Seu sucesso ou fracasso pode influenciar futuras nomeações de mulheres em posições de liderança religiosa.

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