Um tribunal colombiano condenou o ex-líder paramilitar Salvatore Mancuso a uma pena de 40 anos de prisão por mais de 100 crimes, muitos dos quais afetaram diretamente um grupo indígena. A sentença, proferida em 20 de janeiro de 2026, é um marco no processo de justiça em um país que ainda lida com os legados da violência paramilitar e das violações de direitos humanos.
Durante seu julgamento, o tribunal destacou a gravidade das ações de Mancuso e sua organização, que estiveram envolvidas em atos de extrema brutalidade. A condenação não apenas busca responsabilizar os perpetradores, mas também serve como um passo significativo para a reparação das vítimas e a restauração da confiança nas instituições judiciais colombianas.
As implicações da sentença são profundas, pois refletem um compromisso renovado da Colômbia em enfrentar impunidade e buscar justiça para aqueles que sofreram nas mãos de grupos armados. A decisão pode influenciar futuros processos contra outros líderes paramilitares e é um lembrete contundente da necessidade de justiça em um país que continua a se curar das feridas do passado.

