Rússia lança míssil hipersônico contra a Ucrânia em retaliação

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Na madrugada de 9 de janeiro de 2026, a Rússia lançou um míssil hipersônico Oreshnik contra a Ucrânia, em um ataque que Moscou justifica como uma retaliação a uma alegada tentativa ucraniana de atacar a residência do presidente Vladimir Putin. Este evento marca a segunda utilização pública do Oreshnik, que é considerado uma arma de alta velocidade, capaz de superar dez vezes a velocidade do som. O ataque deixou pelo menos quatro mortos e diversas estruturas danificadas em Kiev, incluindo prédios residenciais e instalações críticas.

O Oreshnik, descrito como impossível de interceptar, foi lançado em conjunto com 36 outros mísseis e 242 drones, causou destruição em várias localidades ucranianas, especialmente na capital. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, pressionou a comunidade internacional por respostas, enfatizando a necessidade de uma ação clara contra as ações russas. O governo da Alemanha também condenou o ataque, classificando-o como uma escalada desnecessária da violência por parte da Rússia.

Este ataque não apenas aumenta as tensões entre Rússia e Ucrânia, mas também repercute nas relações entre Moscou e Washington, com chamadas por sanções mais severas contra o governo russo. A Ucrânia busca apoio da ONU e da Otan, considerando o ataque uma grave ameaça à segurança europeia. À medida que as hostilidades se intensificam, a situação na região se torna cada vez mais crítica, exigindo vigilância constante da comunidade internacional.

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