Rússia condena sequestro de Maduro e defende imunidade de chefes de Estado

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

No último domingo, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Riabkov, reafirmou a posição de Moscou sobre o sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ocorrido em Caracas. Riabkov classificou a ação como uma grave violação do direito internacional, sublinhando a imunidade que chefes de Estado soberanos possuem contra medidas arbitrárias.

O vice-ministro ressaltou que a captura de Maduro e sua esposa, realizada por tropas norte-americanas, é inaceitável sob a perspectiva do direito internacional. De acordo com o relato, desde o momento em que souberam do sequestro, as autoridades russas têm levantado a questão da libertação do presidente venezuelano, desafiando a justificativa dos EUA, que o acusam de envolvimento em tráfico de drogas.

Após a captura, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina do país. A situação gera tensões nas relações entre a Rússia e os Estados Unidos, refletindo a complexidade do cenário político na América Latina e as implicações que este caso poderá ter nas dinâmicas de poder na região.

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