Um levantamento realizado pela plataforma Turbli revelou que quatro das dez rotas aéreas mais turbulentas do mundo em 2025 cruzam a Cordilheira dos Andes, na América do Sul. Entre elas, a rota que liga Mendoza, na Argentina, a Santiago, no Chile, se destaca como a mais turbulenta, mantendo essa posição pelo segundo ano consecutivo. O estudo, divulgado pelo G1, baseia-se em dados meteorológicos e modelos de previsão atmosférica que evidenciam a instabilidade do trajeto.
Outros voos na América do Sul também figuram entre as dez rotas mais turbulentas, ocupando as 4ª, 5ª e 7ª posições no ranking. Esses trajetos, em comum, atravessam áreas montanhosas onde correntes de vento e diferenças de temperatura aumentam a probabilidade de turbulência. Apesar da ausência de rotas brasileiras na lista, o levantamento ressalta que fenômenos de turbulência podem ocorrer em qualquer região do mundo, dependendo das condições climáticas e da altitude dos voos.
As implicações desse ranking são significativas para passageiros e companhias aéreas. A identificação de rotas mais turbulentas pode levar a ajustes nas operações aéreas, visando aumentar a segurança e o conforto dos viajantes. Além disso, o estudo destaca a importância de um monitoramento contínuo das condições atmosféricas para minimizar riscos e melhorar a experiência de voo em rotas potencialmente instáveis.

