O Rio de Janeiro enfrenta uma onda de calor severa que levou quase duas mil pessoas a buscar atendimento em unidades de saúde desde 1º de janeiro. Até a manhã do dia 13, as 27 UPAs estaduais contabilizaram 1.897 atendimentos, com pacientes apresentando sintomas como dor de cabeça, tontura e desidratação. A capital fluminense registrou sua temperatura mais alta do ano, alcançando 41,4ºC na segunda-feira, 12 de janeiro.
Em resposta à situação, a Secretaria de Saúde do estado emitiu alertas sobre os sinais de alerta da exposição ao calor, como desidratação e insolação. Além disso, foram instalados pontos de hidratação nas UPAs e em locais de grande circulação, como estações de trem e áreas centrais da cidade. A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) também está participando da iniciativa, distribuindo água para a população vulnerável.
As autoridades esperam que as medidas ajudem a mitigar os efeitos da onda de calor, especialmente entre trabalhadores e pessoas em situação de rua. A previsão é que as altas temperaturas persistam, o que pode levar a um aumento nos atendimentos médicos. As ações de prevenção e conscientização se tornam essenciais para proteger a saúde da população durante esse período crítico.

