Reunião da ONU condena intervenção dos EUA na Venezuela

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

A reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, realizada em 5 de janeiro de 2026, reuniu representantes de países como Brasil, China e Rússia, que manifestaram forte oposição à intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela. O ataque, que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, gerou um clamor internacional por respeito à soberania e ao direito internacional. O embaixador da Venezuela, Samuel Moncada, denunciou a operação como uma violação flagrante das normas estabelecidas pelo organismo internacional.

Durante a sessão, o embaixador brasileiro, Sérgio Danese, expressou que o Brasil não aceita o argumento de que os fins justificam os meios, enfatizando a necessidade de condenar intervenções armadas. A China e a Rússia também se posicionaram contra a ação americana, alertando para o potencial de um retorno a uma era de anarquia nas relações internacionais. As críticas ressaltaram a importância de um diálogo respeitoso e a importância da autodeterminação dos povos na resolução de conflitos.

As implicações da ação dos EUA são vastas, pois podem criar precedentes perigosos para futuras intervenções em países soberanos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com a violação das normas do direito internacional, que pode afetar a ordem global. Com a crescente tensão entre potências mundiais, a situação na Venezuela continua a ser um ponto focal nas discussões sobre soberania e intervenção militar.

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