Relatório revela mortes alarmantes por testes nucleares ao longo das décadas

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Um novo relatório da Norwegian People’s Aid (NPA) destaca que os testes nucleares realizados entre 1945 e 2017 causaram milhões de mortes em todo o mundo. As explosões, que totalizam mais de 2.400 dispositivos detonados, tiveram consequências devastadoras, especialmente para comunidades próximas aos locais de teste. A pesquisa revela que, embora os testes tenham cessado, seus efeitos ainda são sentidos, gerando problemas de saúde graves e duradouros.

O relatório mostra que as detonações nucleares resultaram em pelo menos quatro milhões de mortes prematuras por câncer e outras doenças. Além disso, muitas comunidades afetadas permanecem sem informações adequadas sobre os riscos à saúde, perpetuando uma cultura de sigilo em torno das consequências. Especialistas, como o diretor da NPA, alertam que as implicações dos testes nucleares exigem atenção global para evitar novas tragédias e reforçar a proibição de testes futuros.

As consequências dos testes nucleares não se limitam apenas às áreas afetadas diretamente, mas também impactam a saúde globalmente. Com a crescente preocupação sobre a possibilidade de novos testes nucleares, a necessidade de uma abordagem internacional coordenada se torna ainda mais urgente. O relatório clama por uma ação decisiva para apoiar as vítimas e sanar os danos causados ao meio ambiente e à saúde pública.

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