Os pré-candidatos à presidência do Brasil reagiram intensamente à captura de Nicolás Maduro na madrugada de 3 de janeiro, em uma operação americana na Venezuela. A maioria dos opositores, incluindo governadores e senadores, celebrou o evento como uma ‘libertação’ do povo venezuelano, em contraste com a visão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que rotulou a ação como uma violação inaceitável da soberania.
Entre os que se manifestaram, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema expressaram apoio à ação, enfatizando a necessidade de liberdade para a Venezuela. Caiado, por exemplo, afirmou que o dia 3 de janeiro deveria ser lembrado como o da libertação do povo venezuelano. No entanto, Eduardo Leite se destacou ao criticar tanto o regime de Maduro quanto a intervenção dos EUA, chamando a atenção para a importância do diálogo e da soberania nacional.
As reações revelam um cenário polarizado no Brasil, onde a intervenção americana levanta questões sobre a legitimidade da ação e suas consequências para a América Latina. A situação pode influenciar o debate político interno, especialmente em um ano eleitoral, à medida que os pré-candidatos tentam alinhar suas posições com os interesses do eleitorado e as dinâmicas regionais.

