Queijaria Velho Pitta transforma tradição em prêmio em Minas Gerais

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

No Dia Mundial do Queijo, a Queijaria Velho Pitta, em Itamonte, Minas Gerais, exemplifica a superação e o retorno às raízes familiares. O casal Bianca Lamenha e Gustavo Pitta deixou suas carreiras em engenharia para realizar o sonho do pai de Gustavo, um veterinário que queria viver no campo. Hoje, a queijaria é reconhecida internacionalmente, acumulando mais de 30 prêmios pela produção de queijos artesanais de leite cru.

A transição para a agropecuária não foi fácil, mas após tentativas frustradas com outras culturas, o casal encontrou seu caminho na pecuária leiteira em 2010. A propriedade, que leva uma homenagem ao pai de Gustavo, conquistou o Selo Arte, facilitando a comercialização dos queijos e garantindo sua identidade. Este selo é resultado de um esforço conjunto entre a prefeitura e instituições locais durante a pandemia, que visa fortalecer a produção regional.

Atualmente, a Velho Pitta se destaca pelo foco no bem-estar animal e pela qualidade do terroir da Serra da Mantiqueira, que é ideal para a produção de queijos. Com um manejo que prioriza a saúde e a história dos animais, a queijaria não só coloca Itamonte no mapa mundial, mas também reafirma a importância da tradição e da qualidade na gastronomia mineira. O futuro parece promissor, com a expectativa de que a marca continue a crescer e a conquistar novos mercados.

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