Protestos nos EUA após morte de mulher por agente de imigração em Minneapolis

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Protestos surgiram em várias cidades dos Estados Unidos após a morte de uma mulher a tiros por um agente de imigração durante uma operação em Minneapolis, na quarta-feira, 7 de janeiro. Em Nova York, cerca de 400 pessoas se reuniram em frente a um escritório do Serviço de Imigração e Aduanas (ICE), expressando indignação e pedindo justiça. Manifestações similares foram registradas em locais como Miami e Nova Orleans, aumentando a pressão sobre as autoridades de imigração.

Durante os protestos, políticos locais alertaram os manifestantes sobre a necessidade de permanecerem em ‘alerta máximo’ para possíveis batidas do ICE. A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, mencionou a relação entre os protestos atuais e os tumultos ocorridos após a morte de George Floyd em 2020, criticando a resposta das lideranças locais. O incidente que desencadeou os protestos ocorreu em uma área próxima ao local onde Floyd foi assassinado, ressaltando o contexto de tensão racial e social na região.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA informou que o agente do ICE disparou contra a motorista após ela tentar atropelar policiais com seu veículo. Vídeos gravados por testemunhas mostram o momento do tiroteio, que provocou reações de choque entre os presentes. O desdobramento desse caso levanta questões sobre a atuação das forças de imigração e o clima de insegurança nas comunidades afetadas.

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