Um movimento de protesto no Irã, que teve início com pequenas manifestações de comerciantes em Teerã devido à desvalorização da moeda, cresceu rapidamente, tornando-se o maior levante nacional em anos contra o regime teocrático. À medida que os protestos se tornaram mais políticos, o governo tem reagido com força letal, temendo por sua manutenção no poder. Grupos de direitos humanos relatam que centenas de civis foram mortos pelas forças de segurança e pela milícia Basij, apoiada pelo estado.
O contexto dos protestos reflete uma profunda insatisfação popular devido a questões econômicas e à repressão política. O governo, preocupado com a ameaça à sua autoridade, intensificou as ações repressivas, o que tem gerado uma escalada de violência nas ruas. As consequências desta crise podem afetar não apenas a estabilidade interna do Irã, mas também suas relações internacionais, especialmente com países que defendem os direitos humanos.
À medida que os protestos continuam, a comunidade internacional observa atentamente, com apelos por uma resposta mais firme em defesa dos direitos civis no Irã. A situação se torna cada vez mais crítica, e o futuro do regime pode estar em risco se a insatisfação popular não for abordada. O desdobramento dessa crise pode ter implicações duradouras para a política interna e a segurança regional no Oriente Médio.

