Desde o início dos protestos em 28 de dezembro no Irã, pelo menos 538 pessoas perderam suas vidas, conforme relatado por ativistas. O movimento, que se intensificou em resposta à crise econômica do país, se estendeu a mais de 100 cidades, levando à prisão de mais de 10.500 indivíduos, incluindo menores. As autoridades iranianas agora convocam manifestações em apoio ao regime, em meio a um clima de crescente tensão.
A Human Rights Activists News Agency (HRANA) informou que entre os mortos estão tanto manifestantes quanto membros das forças de segurança. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou intervir militarmente se a força for utilizada contra os civis, destacando o potencial apoio americano à busca por liberdade dos iranianos. Autoridades dos EUA e Israel discutem a situação e as possíveis ações a serem tomadas, aumentando as tensões na região.
A escalada dos protestos e a resposta do governo iraniano indicam que o país pode enfrentar um período prolongado de instabilidade. Com as autoridades americanas avaliando opções militares, como ataques a serviços de segurança iranianos, a situação se torna ainda mais delicada. As repercussões desses eventos poderão impactar a geopolítica da região e as relações internacionais, especialmente entre EUA e Irã.

