Protestos no Irã resultam em mais de 500 mortes, revela grupo de direitos humanos

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Um grupo de direitos humanos revelou que os protestos no Irã já resultaram em mais de 500 mortes, conforme reportado neste domingo, 11 de janeiro. As manifestações, que tiveram início em 28 de dezembro, começaram em resposta ao aumento de preços e rapidamente se transformaram em um movimento contra o regime clerical. As autoridades iranianas não divulgaram números oficiais e a verificação independente dos dados se mostra desafiadora.

Os protestos desencadearam uma forte resposta do governo, que intensificou a repressão. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, emitiu um alerta aos Estados Unidos, afirmando que, em caso de ataque ao Irã, alvos legítimos incluirão as bases militares americanas e Israel. Enquanto isso, o ex-presidente Donald Trump considera opções para intervir, incluindo ataques militares e sanções, aumentando a tensão entre os países.

As consequências das agitações permanecem incertas, mas especialistas alertam que a situação pode levar a um ciclo de violência ainda maior. A crescente insatisfação popular e a repressão governamental podem resultar em um agravamento do conflito interno. Além disso, a vulnerabilidade das relações internacionais do Irã pode se intensificar com a possibilidade de intervenções externas.

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