Na última sexta-feira, cidades de todo os Estados Unidos, incluindo Los Angeles e Nova York, foram palco de grandes manifestações contra as políticas de imigração do governo Trump. Os protestos, que começaram em Minneapolis após a morte de dois residentes em operações do ICE, atraíram dezenas de milhares de manifestantes, que se uniram em uma greve geral para expressar seu descontentamento com a brutalidade das ações de imigração.
Os organizadores chamaram a população para um dia de fechamento de escolas e negócios, resultando no fechamento de várias empresas e na adesão de organizações de defesa dos direitos dos imigrantes. Em Minneapolis, os manifestantes se reuniram em frente ao edifício federal, onde escutaram discursos e participaram de um concerto beneficente, reforçando a união da comunidade contra as operações da imigração. A greve foi apoiada por quase 30 grupos em todo o país, incluindo sindicatos e associações estudantis.
Com a continuidade das manifestações previstas para o fim de semana, o impacto dos protestos se estende para além do dia de greve. A administração Trump, embora firme em sua postura, enfrenta uma crescente pressão pública e política, especialmente após a abertura de investigações sobre as mortes ocorridas. O movimento anti-ICE, que ganhou força em Minneapolis, promete se fortalecer com as próximas ações programadas, mantendo a discussão sobre a imigração e os direitos humanos em destaque na agenda nacional.

