Promotoria da Coreia do Sul pede pena de morte a ex-presidente Yoon Suk-yeol

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

A Promotoria da Coreia do Sul requisitou, nesta terça-feira (13), a pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk-yeol, acusado de tentar declarar lei marcial em dezembro de 2024, o que teria causado um caos no país. O ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, também está sendo processado e enfrenta a proposta de prisão perpétua por sua suposta cumplicidade na ação.

Durante a audiência de 11 horas, as acusações contra Yoon incluíram insurreição e abuso de poder. Os promotores descreveram suas ações como motivadas por uma “sede de poder” que visava instaurar uma ditadura, ressaltando a falta de remorso do ex-presidente. A Promotoria enfatizou que as maiores vítimas da insurreição seriam o povo sul-coreano, clamando por uma punição severa.

Em contrapartida, a defesa de Yoon argumentou que ele é comparável a figuras históricas injustamente condenadas, como Galileu Galilei e Giordano Bruno. O julgamento, que já havia sido adiado, revela a tensão política no país, uma vez que Yoon se tornou o primeiro presidente em exercício a ser preso, enfrentando consequências drásticas em sua carreira política.

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