A prisão de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência da República, ocorreu em 2 de janeiro de 2026, em sua residência em Ponta Grossa, Paraná. A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, resultou na transferência de Martins para um presídio, elevando para 14 o número total de detidos por envolvimento na trama golpista. Essa ação representa um passo significativo na aplicação da justiça em casos de tentativa de desestabilização da ordem democrática no Brasil.
O STF já havia condenado 29 indivíduos relacionados ao esquema, sendo que 23 deles encontram-se atualmente presos. Martins, que cumpria prisão domiciliar, se juntou a outros 13 condenados, o que evidencia a firmeza das instituições brasileiras em lidar com ações que ameaçam a democracia. A Primeira Turma do STF concluiu recentemente os julgamentos relacionados a essa trama, resultando em penas severas para os envolvidos.
O desdobramento da prisão de Martins pode ter implicações significativas para o cenário político nacional, já que outros líderes e ex-autoridades também enfrentam acusações. A repressão a essas ações golpistas reforça a importância do respeito ao estado de direito no Brasil. O monitoramento e a resposta a potenciais novas tentativas de desestabilização serão cruciais para a manutenção da ordem democrática no país.

