Na sexta-feira, 2 de janeiro de 2026, o ex-assessor da Presidência da República, Filipe Martins, foi preso em sua residência em Ponta Grossa, Paraná. A prisão preventiva foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, elevando para 14 o total de condenados pela trama golpista que estão sob custódia do Estado, sendo que 23 dos 29 condenados pelo STF estão atualmente em prisão.
Martins, que estava cumprindo prisão domiciliar, foi levado a um presídio da região. Ele se juntou a outros 13 condenados que já se encontravam detidos, todos envolvidos em um plano para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022. O STF está intensificando as ações contra os réus, com o objetivo de prevenir novas tentativas de fuga e assegurar a execução das condenações.
Essa prisão é um desdobramento significativo no combate a ações que ameaçam a democracia no Brasil. A continuidade das condenações e prisões revela a seriedade com que o sistema judiciário está tratando a questão. Com a crescente pressão sobre os envolvidos, as repercussões desse caso tendem a influenciar o cenário político e judicial no país nos próximos meses.

