Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, Nicolás Maduro, líder da Venezuela, foi capturado durante uma operação americana, provocando reações entre os pré-candidatos à presidência do Brasil. Embora a maioria dos opositores, como Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro, celebre a ação como uma ‘libertação’ do povo venezuelano, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva critica a operação, considerando-a uma violação da soberania nacional.
Os pré-candidatos de oposição expressaram apoio à ação, com Caiado afirmando que o dia 3 de janeiro deve ser lembrado como um marco na luta pela liberdade na Venezuela. Enquanto isso, Eduardo Leite, o único opositor a criticar a intervenção dos EUA, enfatizou a necessidade de diálogo e respeito à soberania, ressaltando que a violência não é a solução para os conflitos na América Latina.
O desdobramento dessa situação pode intensificar as tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, além de afetar a percepção do eleitorado brasileiro sobre a política externa. A polarização nas reações dos pré-candidatos também reflete as divisões políticas internas do Brasil, onde a questão da intervenção estrangeira continua a gerar debates acalorados.

