Porta-aviões dos EUA chega ao Oriente Médio em meio a tensões com o Irã

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

O porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado por três destróieres, chegou ao Oriente Médio em 26 de janeiro de 2026, em um contexto de tensões crescentes com o Irã. O presidente Donald Trump indicou que esta presença militar poderia ser uma resposta a eventos recentes, como a repressão violenta a manifestantes no Irã, onde milhares foram mortos ou detidos. Com essa movimentação, a Casa Branca mantém opções abertas para possíveis ações militares caso a situação se agrave.

O Comando Central dos EUA afirmou que o grupo de ataque está na região para promover segurança e estabilidade, destacando que a presença de um porta-aviões não ocorria desde outubro do ano anterior. As forças navais incluem caças avançados e mísseis de cruzeiro, aumentando a capacidade militar americana na área. Analistas notam que essa mobilização é semelhante a movimentos anteriores, quando os EUA se prepararam para possíveis retaliações iranianas após ataques a instalações nucleares.

As declarações de Trump sobre a situação no Irã refletem uma postura de contenção, com ameaças de ação militar sendo feitas em resposta a execuções em massa. Embora tenha sugerido que o Irã interrompeu tais ações, a retórica belicosa sugere que os EUA estão prontos para agir caso a repressão continue. A presença militar dos EUA no Oriente Médio, neste contexto, não apenas visa dissuadir o Irã, mas também reafirma o compromisso dos Estados Unidos com seus aliados na região.

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