Poluição do ar mata milhões anualmente; ações são urgentemente necessárias

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

A poluição do ar representa um grave risco à saúde pública global, com quase 7 milhões de mortes prematuras associadas anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde. Iniciativas como a Zona de Emissões Ultra Baixas (ULEZ) em Londres exemplificam como cidades podem adotar medidas eficazes para mitigar esse problema, mas ainda há muito a ser feito. O alerta vem em um momento em que 99% da população mundial está exposta a níveis de poluição que superam diretrizes de saúde estabelecidas.

O impacto da poluição do ar vai além de um problema ambiental; ele afeta diretamente funções vitais do corpo humano, como o coração e os pulmões. O desafio é ainda mais premente quando se considera que as soluções atuais não são suficientes para proteger a saúde da população. Profissionais de saúde pública, como a professora Devi Sridhar, enfatizam a necessidade de ações mais incisivas e abrangentes para salvar vidas e promover um ambiente mais saudável.

As implicações da poluição do ar se estendem a questões de justiça social e saúde pública, tornando-se uma prioridade global que não pode ser ignorada. À medida que os efeitos nocivos da poluição se tornam cada vez mais evidentes, a urgência de implementar políticas eficazes se torna clara. A luta contra a poluição do ar deve ser uma responsabilidade compartilhada entre governos, organizações e a sociedade civil para garantir um futuro mais saudável para todos.

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