A Polícia Nacional da Espanha resgatou 15 mulheres chinesas em Palma de Maiorca, vítimas de exploração sexual. A operação, realizada no último sábado, resultou na prisão de 14 membros de uma organização criminosa que recrutava as vítimas sob falsos pretextos, mantendo-as em condições análogas à escravidão. As mulheres eram forçadas a prestar serviços sexuais e eram obrigadas a trabalhar sem liberdade de movimento.
As vítimas, que chegaram à Espanha com promessas de empregos como massagistas ou cuidadoras, relataram condições desumanas e exploração contínua. A polícia informou que a rede não apenas explorava sexualmente as mulheres, mas também comercializava drogas, aumentando o lucro da organização. Sete dos 14 detidos permanecem sob custódia, todos cidadãos chineses, exceto um espanhol.
O resgate das mulheres foi impulsionado por denúncias anônimas, além de um depoimento crucial de uma vítima que conseguiu escapar. A operação destaca a necessidade de atenção contínua ao tráfico de pessoas e à exploração sexual, especialmente em situações de vulnerabilidade. As investigações prosseguem para desmantelar completamente a rede e responsabilizar os envolvidos.

