Planalto corta R$ 11 bilhões em emendas e avalia impactos no Congresso

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

O Palácio do Planalto, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu implementar um corte de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares, uma medida que visa a restrição orçamentária e o uso racional dos recursos públicos. Essa decisão, que ocorrerá em um momento crítico para o governo, pode causar um desgaste nas relações com o Congresso, especialmente em um ano eleitoral. Apesar disso, auxiliares acreditam que a insatisfação do Legislativo não afetará a governabilidade do presidente.

O orçamento de 2026 será sancionado com um veto parcial, resultando em aproximadamente R$ 50 bilhões destinados às emendas, em comparação aos R$ 61 bilhões inicialmente aprovados pelo Parlamento. A estratégia do governo é garantir que os parlamentares ainda consigam alocar recursos em suas bases eleitorais nos próximos meses. Essa abordagem visa minimizar o impacto político da contenção orçamentária e sustentar a relação com o Congresso.

A redução do valor das emendas também tem como objetivo que Lula não seja visto como um

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