O Palácio do Planalto anunciou o veto e bloqueio de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares, uma decisão que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificará como um uso mais racional dos recursos públicos. Apesar do desgaste político que essa medida pode causar, auxiliares do presidente afirmam que a insatisfação do Congresso não comprometerá a governabilidade em seu último ano de mandato, em um período eleitoral importante.
O orçamento de 2026 será sancionado com um veto parcial, que reserva aproximadamente R$ 50 bilhões para emendas, contrastando com os R$ 61 bilhões inicialmente aprovados pelo Legislativo. Os parlamentares poderão protestar contra a contenção, mas ainda terão a oportunidade de alocar recursos significativos entre fevereiro e junho, período crucial para pagamentos de emendas.
Além de tentar evitar a imagem de

