A Polícia Federal (PF) comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que não há solução imediata para o ruído do ar-condicionado na cela do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em ofício datado de 7 de janeiro de 2026, a PF esclareceu que o barulho é gerado por áreas técnicas adjacentes, impossibilitando a eliminação ou redução significativa do problema.
O documento destaca que intervenções eficazes exigiriam ações complexas de infraestrutura e a paralisação total do sistema de climatização, o que impactaria negativamente as operações da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. A defesa de Bolsonaro havia solicitado medidas para mitigar o desconforto causado pelo ruído constante na Sala de Estado-Maior onde ele está custodiado.
Além disso, a PF descartou a possibilidade de transferir o ex-presidente para outro local, afirmando que não existe, no momento, uma alternativa que atenda aos requisitos de segurança institucional. Essa situação gera um impasse, uma vez que as condições atuais na cela têm sido motivo de preocupação para a defesa do ex-presidente.

