Uma pesquisa recente da Genial/Quaest, divulgada em 1º de janeiro de 2026, indica que 52% dos entrevistados acreditam que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro decorre de suas próprias ações e das de seus familiares. O estudo também revelou que 32% dos respondentes apontam os danos à tornozeleira eletrônica como o principal fator que levou à detenção, enquanto 16% mencionam o risco de fuga como outra razão relevante.
Além disso, 89% dos entrevistados afirmaram estar cientes de que Bolsonaro se encontra detido em uma cela da Polícia Federal em Brasília. A pesquisa mostrou uma divisão nas opiniões, com 51% acreditando que ele merece estar preso e 42% considerando que sua detenção é fruto de uma perseguição política. A percepção sobre a condição de Bolsonaro após a prisão varia, com 56% afirmando que ele se torna mais fraco e 36% acreditando que ele sai fortalecido da situação.
As implicações dessa pesquisa são significativas, refletindo um ambiente polarizado na opinião pública brasileira. O resultado sugere que, enquanto uma parte da população vê a prisão como uma consequência justa, outra parte a interpreta como um ato de perseguição. Essa divisão pode influenciar o debate político e as futuras movimentações eleitorais, especialmente em um cenário onde a figura de Bolsonaro continua a gerar controvérsias.

