O Paraguai e a Argentina anunciaram sua adesão ao Conselho da Paz de Donald Trump, uma decisão que se destaca em meio à abordagem cautelosa do Brasil sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva. Essa movimentação, divulgada em 22 de janeiro de 2026, reflete as diferenças nas políticas externas dos países da América do Sul, especialmente em tempos de crescente polarização. Enquanto isso, o Brasil opta por uma posição mais reservada, evitando alianças precipitadas.
A adesão ao Conselho da Paz pode ser vista como uma tentativa do Paraguai e da Argentina de fortalecer laços com os Estados Unidos e buscar novas oportunidades econômicas e políticas na região. Essa estratégia pode trazer benefícios, mas também levanta preocupações sobre a possível marginalização do Brasil em assuntos regionais. A postura de Lula da Silva, que prioriza a diplomacia cautelosa, sugere um desejo de manter a soberania e evitar qualquer comprometimento que possa afetar a imagem do país.
As consequências dessa divisão podem impactar as relações futuras entre os países sul-americanos, especialmente à medida que novas alianças se formam. A adesão ao Conselho da Paz pode resultar em um novo equilíbrio de poder na região, enquanto o Brasil busca reafirmar seu papel de liderança. A evolução desse cenário será crucial para determinar a dinâmica política na América do Sul nos próximos anos.

