Países da América Latina rejeitam ações militares na Venezuela

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

Em uma declaração conjunta divulgada no dia 4 de janeiro, os governos do Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai expressaram sua oposição às ações militares unilaterais na Venezuela. O comunicado, que também conta com a assinatura da Espanha, foi emitido em resposta à deterioração da situação política no país e à preocupação com tentativas externas de controle governamental.

Os seis países manifestaram sua ‘profunda preocupação’ com intervenções militares, ressaltando que tais ações violam os princípios do direito internacional, que protegem a soberania e a integridade territorial das nações. Embora não mencionem diretamente os Estados Unidos, a declaração alerta sobre os riscos de precedentes perigosos que ações unilaterais podem criar para a paz e segurança regional, além de ameaçar a vida da população civil.

A declaração conclui enfatizando a importância de soluções pacíficas para a crise venezuelana, por meio do diálogo e da negociação, e pede que o processo seja conduzido por venezuelanos. Os países reafirmam a ideia de que a América Latina e o Caribe devem ser uma ‘zona de paz’, solicitando ainda que a ONU e outros organismos multilaterais ajudem a reduzir as tensões na região.

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