No dia 4 de janeiro de 2026, Brasil, Chile, Colômbia, México, Uruguai e Espanha se uniram em uma declaração contra qualquer tentativa de controle sobre a Venezuela, em resposta aos recentes acontecimentos envolvendo a detenção de Nicolás Maduro. Os Estados Unidos afirmaram ter assumido o controle do país, gerando preocupação entre os seis países sobre a estabilidade da região.
Os líderes das nações signatárias, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva e Gustavo Petro, manifestaram sua desaprovação em relação à intervenção americana e enfatizaram que a situação na Venezuela deve ser resolvida respeitando a vontade do povo venezuelano. Um comunicado da Chancelaria colombiana destacou que qualquer ingerência externa nos recursos naturais da Venezuela é inaceitável, reforçando a necessidade de respeito ao direito internacional.
Com a detenção de Maduro, que enfrentará um julgamento em Nova York por supostas acusações de narcotráfico e terrorismo, a resposta da comunidade internacional será crucial. Países aliados da Venezuela, como Rússia e China, também se opuseram às ações dos EUA, exigindo a libertação imediata de Maduro. O cenário atual levanta questões sobre a futura estabilidade e governança da Venezuela sob a nova vice-presidente, Delcy Rodríguez.

