Em outubro de 2024, Israel aprovou uma polêmica lei que proíbe a atuação da agência da ONU para refugiados palestinos, afetando diretamente aqueles que vivem em seu território e na Jerusalém Oriental ocupada. A medida gerou críticas significativas e preocupações entre os órgãos internacionais, levando o secretário-geral da ONU a ponderar sobre a possibilidade de levar o caso ao Tribunal Internacional de Justiça (ICJ).
A aprovação da lei é vista como um grande retrocesso na relação entre Israel e a comunidade internacional, especialmente em um contexto já tenso. A decisão não apenas impacta a assistência a milhares de refugiados palestinos, mas também pode exacerbar as hostilidades na região, uma vez que a ONU desempenha um papel crucial no fornecimento de ajuda humanitária e na mediação de conflitos.
As consequências dessa situação são incertas, mas a possibilidade de uma ação legal no ICJ pode intensificar o debate sobre os direitos dos palestinos e a postura de Israel nas questões diplomáticas. Além disso, o desdobramento dessa situação poderá afetar o futuro das relações entre Israel e seus aliados, especialmente em um momento de crescente vigilância internacional sobre a situação dos direitos humanos na região.

