OMS rebate motivos dos EUA para saída e alerta sobre segurança global

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que os motivos alegados pelos Estados Unidos para sua retirada da agência são ‘falsos’. A afirmação foi feita em 24 de janeiro de 2026, logo após o anúncio formal do presidente americano Donald Trump sobre a saída do país da OMS, prevista para ser consumada em um ano.

Ghebreyesus expressou sua preocupação com a retirada, ressaltando que essa decisão pode comprometer a segurança tanto dos Estados Unidos quanto do mundo. Ele enfatizou que a OMS sempre respeitou a soberania de seus membros e que as alegações de fracassos durante a pandemia de COVID-19 são imprecisas, conforme afirmou na rede social X. O diretor-geral rechaçou as críticas feitas por autoridades americanas, que acusaram a OMS de obstruir informações durante a crise sanitária.

A OMS não confirmou a efetivação da retirada dos EUA, mas a situação levanta questões sobre o futuro das relações entre a agência e o governo americano. Enquanto Washington não honrar suas obrigações financeiras, a tensão entre as partes pode aumentar, afetando a cooperação internacional em saúde pública. Tedros alertou que a saída dos EUA da OMS poderia ter consequências amplas e prejudiciais na resposta a emergências de saúde global.

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