Ofensiva eletrônica dos EUA desorganiza defesas e captura Maduro em Caracas

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos executaram uma ofensiva eletrônica em Caracas, que resultou na desorganização das defesas do país e na captura do presidente Nicolás Maduro. A operação, que foi mantida em segredo até o último momento, utilizou aeronaves EA-18G Growler para cortar o fornecimento de energia em diversos bairros da capital, facilitando o acesso das tropas americanas à área. O ataque foi fundamental para garantir a segurança das forças envolvidas na missão.

Os aviões de guerra eletrônica, especializados em ataques cibernéticos, desempenharam um papel crucial ao neutralizar as comunicações e os sistemas de defesa aérea da Venezuela. A ação foi coordenada por mais de 150 aeronaves, incluindo caças e bombardeiros, que partiram de várias bases da Marinha dos EUA. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, destacou a importância da expertise americana em guerra eletrônica para o sucesso da operação.

As implicações dessa ação são significativas, pois marcam uma escalada nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela. A captura de Maduro pode alterar o panorama político da região e intensificar as discussões sobre intervenções militares em países com regimes considerados hostis. Além disso, a ofensiva evidencia a capacidade dos EUA de realizar operações complexas e coordenadas em cenários adversos, o que pode ter repercussões em futuras ações militares.

Compartilhe esta notícia