‘O Agente Secreto’ não usou recursos da Lei Rouanet para sua produção

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

O longa-metragem ‘O Agente Secreto’, dirigido por Kleber Mendonça Filho, teve um custo total de R$ 27 milhões e, ao contrário do que se especulou, não recebeu recursos da Lei Rouanet. Essa legislação, voltada para o financiamento de projetos culturais, não abrange longas-metragens, limitando seu apoio a produções de curta e média duração.

Para a realização do filme, foram investidos R$ 7,5 milhões oriundos do Fundo do Setor Audiovisual, gerido pela Ancine, enquanto o restante do montante necessário foi conseguido através de patrocinadores privados. A produção se destacou ao vencer dois Globos de Ouro, representando o cinema brasileiro em premiações internacionais, o que elevou ainda mais a visibilidade da obra.

Esse reconhecimento mundial ressalta a relevância da cinematografia brasileira e pode abrir novas oportunidades para futuras produções. A ausência de financiamento da Lei Rouanet, no entanto, levanta questões sobre os desafios enfrentados por cineastas no Brasil em busca de recursos para longas-metragens, refletindo a necessidade de políticas mais abrangentes no setor cultural.

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