NRA e Trump se confrontam após morte de enfermeiro em Minneapolis

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

A National Rifle Association (NRA) emitiu uma declaração reafirmando o direito à posse de armas após o ex-presidente Donald Trump criticar Alex Pretti, um enfermeiro morto por agentes federais em Minneapolis, dizendo que ele não deveria estar portando uma arma. Pretti, descrito como um proprietário legal de armas, foi alvo de controvérsias após sua morte, que ocorreu durante um confronto com as autoridades. Em suas declarações, Trump lamentou o incidente, mas também questionou a presença de Pretti com uma arma, o que gerou uma resposta contundente da NRA, defendendo os direitos dos cidadãos armados.

A NRA, em sua declaração, enfatizou que todos os cidadãos cumpridores da lei têm o direito de portar armas em locais onde são legalmente permitidos. Essa discordância entre Trump e a NRA é significativa, uma vez que ambos têm um histórico de apoio mútuo em questões de direitos das armas. As declarações de Trump suscitaram preocupações entre seus apoiadores, muitos dos quais são defensores fervorosos da Segunda Emenda, levantando questões sobre sua posição em relação a este grupo influente.

O desentendimento entre Trump e a NRA pode ter implicações duradouras para suas relações políticas e para o apoio do ex-presidente entre os defensores das armas. A controvérsia também trouxe à tona críticas à administração de Trump e sua abordagem em relação a incidentes de violência armada e imigração. A pressão sobre a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, está crescendo, com chamadas para sua destituição, refletindo as tensões internas no partido republicano sobre questões de armamento e segurança.

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