O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou sua participação no Conselho de Paz criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um anúncio feito no dia 21 de janeiro de 2026. O conselho, que surgiu com o objetivo de supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, expandiu sua função para incluir a promoção da estabilidade global. A adesão ao grupo requer pagamento de até 1 bilhão de dólares por parte dos membros.
Além de Netanyahu, outros líderes mundiais, como o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente russo, Vladimir Putin, também foram convidados a se juntar ao conselho. No entanto, a França, um tradicional aliado dos Estados Unidos, já declarou que não participará do grupo. O conselho será presidido por Donald Trump, que atuará como representante americano no grupo.
A aceitação de Netanyahu no conselho reflete um movimento estratégico em um contexto global complexo, onde a reconstrução da Faixa de Gaza se entrelaça com questões mais amplas de estabilidade no Oriente Médio. A diversidade de líderes convidados sugere que as discussões poderão abordar uma variedade de temas, potencialmente influenciando as relações internacionais nas próximas décadas.

