O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou sua adesão ao novo Conselho de Paz proposto pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A aceitação do convite, feita em 21 de janeiro de 2026, coloca Israel como o mais recente país a se juntar a essa iniciativa que muitos críticos temem que possa substituir a ONU como principal fórum de resolução de conflitos internacionais.
Este novo organismo internacional tem sido objeto de controvérsia, com especialistas alertando sobre a possibilidade de que suas propostas minem a autoridade da Organização das Nações Unidas. A adesão de Israel pode encorajar outras nações a seguirem o mesmo caminho, alterando o cenário diplomático global e levantando questões sobre a eficácia das instituições existentes de governança internacional.
As implicações dessa decisão são profundas, uma vez que o novo Conselho de Paz pode redefinir as dinâmicas de poder no Oriente Médio e além. A movimentação de Netanyahu sinaliza um possível alinhamento estratégico com a agenda de Trump, que pode impactar as relações internacionais e a política no contexto da segurança e da paz mundial.

