Netanyahu aceita convite de Trump para integrar ‘Conselho da Paz’ sobre Gaza

Fernando Alcântara Mendonça
Tempo: 1 min.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou sua adesão ao ‘Conselho da Paz’ idealizado pelo presidente Donald Trump nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026. Essa decisão ocorre em meio a um contexto de pressão internacional para a formalização de um plano de paz voltado para a Faixa de Gaza, especialmente após críticas à inclusão da Turquia no Comitê Executivo da iniciativa.

O ‘Conselho da Paz’ foi inicialmente criado para supervisão do cessar-fogo na região, mas Trump ampliou sua proposta, sugerindo que o órgão poderia também mediar conflitos em escala global, semelhante ao que faz o Conselho de Segurança da ONU. Essa ampliação de funções indica uma nova fase na abordagem diplomática dos Estados Unidos, que busca uma maior participação internacional em questões de paz e segurança.

Trump deve divulgar mais informações sobre as diretrizes e a estrutura do ‘Conselho da Paz’ durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, que acontecerá em Davos, na Suíça. As implicações dessa iniciativa podem alterar significativamente a dinâmica da diplomacia no Oriente Médio e a relação dos Estados Unidos com os países envolvidos no conflito da Gaza.

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