A National Portrait Gallery, em Washington, D.C., fez uma alteração significativa em sua exibição ao substituir um retrato antigo de Donald Trump por uma nova imagem. O novo retrato mostra Trump no Salão Oval, com uma expressão severa e as mãos sobre a mesa. Juntamente com essa mudança, o museu retirou um placar que mencionava os dois impeachment do ex-presidente e o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro por seus apoiadores.
A decisão de remover o texto levanta questões sobre a forma como a história e a política são apresentadas em instituições culturais. O museu, parte da Smithsonian Institution, tem a responsabilidade de refletir a complexidade do legado de figuras políticas. A ausência de menção aos eventos controversos da presidência de Trump pode ser vista como uma tentativa de suavizar sua imagem pública.
As implicações dessa mudança vão além de uma simples exibição artística, pois refletem debates mais amplos sobre a memória histórica e a política contemporânea nos Estados Unidos. Ao alterar a narrativa em torno de Trump, a National Portrait Gallery pode influenciar a percepção pública sobre seu legado. Essa ação pode provocar reações variadas entre diferentes grupos, ressaltando a polarização que ainda permeia a política americana.

